Nem fogo nem enxofre

2 Outubro 2007

Passando alguns dias em Salvador, Bahia, retornando de mais alguns dias em Morro de São Paulo, acabei descobrindo que no hotel tinha uma salinha com alguns computadores em ligados em rede pra os hóspedes poderem usar durante as estadas. Além da conveniência da sala ficar disponível todo o tempo, o que me chamou a atenção, foi que nesses mesmos micros estava instalado o Fedora Core 7. No pouco tempo que fiquei ali, aproveitei pra observar as pessoas, que iam de crianças e adolescentes até o pessoal da terceira idade, usando as estações. Algumas coisas que descobri: a única reclamação recorrente foi da lerdeza da rede, uma verdade indiscutível, mas não vi ninguém reclamando da interface diferente, talvez por estar toda em português, tenha pesado e muito, ou o navegador meio estranho, pra quem não conhecia o FF ainda, ou mesmo o “messenger pelado” que era o Gaim. Pra falar a verdade era bem divertido sentar no micro e ver várias estâncias do Gaim repousando na área de notificação do Gnome, ou ver o painel colocado na vertical. Mas tirando isso, não vi ninguém gritando desesperado por utilizar algo novo e diferente, e olha que estamos falando de TI.